2º Semestre - "Terapia Assistida por animais"

UNIDADE PÓLO SOROCABA – SP




CURSO DE PEDAGOGIA



DESAFIO PROFISSIONAL


Psicologias da Educação e Teorias da Aprendizagem
Redes Sociais e Comunicação




ELIZETE GARCIA CÂNDIDO PEREIRA 








Tutora: Milena Farias Mendes / Cecília Lopes Godinho Rodrigues







Sorocaba, 25 de setembro de 2015.


1.    Introdução


                                             "A Terapia Assistida por Animais é uma técnica empregada, por profissionais da área da saúde, no tratamento de patologias no âmbito da saúde física, mental ou social. Tem objetivos terapêuticos específicos, sendo a terapia adaptada e direcionada à demanda clínica do profissional que a promove e utiliza o animal de estimação como ferramenta do processo terapêutico." (MONTEIRO, A.M.F. 2007)

O Desafio Profissional a seguir vem fazer o demonstrativo de uma Técnica inovadora que vem mostrando eficácia nas escolas, entrando com uma ajuda grandiosa a alunos com algum tipo de deficiência e até mesmo aqueles que necessitam aprender a socializar-se, a Terapia Assistida por Animais (TAA). É também chamada de pet terapia, zooterapia ou terapia facilitada por animais e já é uma realidade vivida em muitos ambientes, não somente nas escolas, mas em hospitais e em casas de repouso e tem trazido extrema melhora em alunos nas escolas, pacientes em hospitais e idosos em casas de repouso e asilos. O princípio do método leva em conta a capacidade do animal de suscitar a comunicação no ser humano. Muitos animais são usados neste processo como: gatos, cachorros, coelhos, peixinhos, passarinhos, tartarugas e alguns animais inusitados como o escargot. Hoje existem escolas especializadas que oferecem o curso de Terapia Assistida por animais, onde estes são incorporados num conjunto de programas que promovem a melhoria de estados físicos e psíquicos em diferentes áreas: emocional, social, cognitiva, comportamental e psicomotricidade, podendo contribuir no desenvolvimento de regular as emoções, aumentando as interações verbais do sujeito e do grupo e promovendo interações sociais, estimulando a participação e interações dos indivíduos, melhorando as habilidades motoras e o equilíbrio, as funções cognitivas, aumentando a autoestima, reduzindo a ansiedade, minimizando a solidão, melhorando a interiorização de conceitos, contribuindo positivamente para trabalhar a memória a longo e curto prazo e facilitando o aumento das atividades educativas.

2.    Desenvolvimento



Endereço da página na internet que apresenta a terapia assistida por animais
Objetivos da terapia assistida por animais na página pesquisada.
O uso da Terapia assistida com animais tem como objetivo melhorar a vida das pessoas através das possibilidades terapêuticas do contato com os animais. Os tratamentos são diversos, como a depressão, estresse, alergias e controle de hiperatividade até problemas de socialização de pessoas afastadas de um convívio social e problemas motores.
Principais comentários dos internautas em relação à terapia assistida por animais.
Constatamos, através de depoimentos online, uma melhor percepção do impacto social da técnica e de sua eficácia. Nas pesquisas destacam-se os seguintes depoimentos: “Eu acho muito interessante a terapia assistida por animais, pois não é um brinquedo, um desenho num papel, é um animal cuja capacidade de interação estimula ao mesmo tempo várias áreas do cérebro da criança”. “Eu tenho acompanhado esse método e acho muito importante, pois no processo passa a existir um convívio harmonioso entre as pessoas assistidas. Quem convive com algum animal sabe como ele interfere em nosso comportamento e como somos beneficiados”.
Principais benefícios, riscos ou dificuldades na aplicação da terapia assistida por animais.
Benefícios - Elas diminuem a percepção da dor e ansiedade, amenizam a solidão, melhoram o comportamento social, aumentam o desejo de lutar pela vida, minimizam o efeito da depressão com o aumento do nível de endorfina e estimulam a prática de atividades, como exemplo: um paciente com autismo onde o mesmo tem dificuldades de socialização e acaba criando vínculos e relacionamento com animal ou ainda um paciente depressivo que revigora seus conceitos e autoestima socializando-se. Esse tipo de terapia ajuda em exercícios fonoaudiólogos, fisioterapêuticos, psicológicos e respiratórios através de muitas dinâmicas feitas com os animais.
Riscos e Dificuldades - um problema que pode surgir é que mesmo que seja um animal treinado, ele poderá reagir diante de uma situação de estresse; ou a criança se apegar ao animal a ponto de sentir-se triste na sua ausência. Os animais devem ser treinados e principalmente gostar de estar com pessoas e seus treinadores devem estimular este comportamento.

       3.    Mapeamento do Perfil da Turma

Nome da Escola: Escola de Educação Fundamental “Pequenos Gênios”
Ano ou Série: 3º ano
Nº de alunos: 25
Meninos: 12
Meninas: 13
Descrição do Perfil da Turma
É uma sala tranquila e muito entrosada, mas em momentos isolados falantes e agitados. Organizam a sala. Por vezes brigam, mas são fáceis de perdoar. Em momentos de conversa, gostam de se expressar e são curiosos quanto a assuntos que não são próprios da idade. No início não aceitavam serem repreendidos e desobedeciam às normas de boa convivência, mas foram superando o mal comportamento, com conversas diárias e combinados feitos na sala de aula. São participativos nas atividades propostas, são caprichosos e questionam as lições aplicadas, mostram maior interesse quando as atividades que trazem desafios e se ajudam mutuamente obtendo sucesso nas suas aprendizagens. Gostam de se relacionar e não possuem preconceito e estão sempre dispostos a ajudar a todos que possuem dificuldades. Gostam de participar de atividades pedagógicas e recreativas, como recontar histórias, roda de conversa ou discutir um assunto, todos são ativos e cheios de energia. Alguns alunos, que pela deficiência, timidez ou medo, tem dificuldades na socialização, mas as brincadeiras, atividades em grupo e jogos lúdicos tem sido de vital importância para melhorar a adaptação e socialização. A maioria compreende e passa a obedecer às normas estabelecidas e exigem dos colegas o cumprimento das mesmas. Na aprendizagem apresentam um bom rendimento, alguns mostram algumas dificuldades na leitura, escrita, cálculos e interpretação de textos, mas são interessados, criativos e empenhados.

     4.    Mapeamento dos principais problemas comportamentais individuais

Nome: Everton Luiz Fernandes – TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade)
Idade: 10 anos
4.1 Relacionados às regras morais
*      O relacionamento com os colegas é conflituoso;
*      Apresenta comportamentos inesperados;
       Não compreende a vida escolar como espaço de aprendizagem.

4.2 Relacionados às regras disciplinares
*    Tem dificuldade de assimilar a troca de matérias;
*    Após o intervalo do lanche demora voltar à sala;
*    Se dispersa com facilidade;
*    Não se foca nos exercícios propostos.

 4.3 Relacionados ao hábito
*      Não entende que na escola existem horários para alimentação;
           Não acha necessidade em lavar as mãos antes de comer ou depois de ir ao
       banheiro;
*      Precisa de monitoramento na hora da escovação.

Nome: Márcio da Cruz Souza – Síndrome de Down
Idade: 8 anos
4.4 Relacionados às regras morais
*      Apresenta comportamento agressivo com os amigos e se auto agride;
*      É dissimulado e se faz de vítima;
*      Não aceita ser contrariado.

4.5 Relacionados às regras disciplinares
*      Não segue as regras;
*     Não possui padrões típicos de comportamento, como saber sua vez, dividir, fazer   fila e sentar;
*       Não aceita ser contrariado.

4.6 Relacionados ao hábito
*      Não possui problemas com a higiene pessoal;
*      Precisa ser monitorado para lavar as mãos após usar o banheiro e antes 
       da merenda.

5. Mapeamento das dificuldades de aprendizagem individuais


Nome: Rafaela de Moraes – Paralisia cerebral severa (PCS)
Idade: 8 anos
5.1 Levantamento das dificuldades de aprendizagem específicas do aluno
*      Possui dificuldade na fala, por isso a comunicação torna-se inconsistente;
*     Necessita de ajuda para realizar as lições que são diferenciadas do restante da sala, pois tem dificuldades na coordenação motora e atraso no desenvolvimento mental, causando mais lentidão no aprendizado;
*      Faz uso de notebook para realizar as atividades;
*   Busca realizar as atividades propostas, mas, apesar da força de vontade, nem sempre consegue terminar, isto faz com que algumas vezes fica desestimulada e com preguiça.
*    Os movimentos lentos e a falta de coordenação provocam uma lentidão de ação, que faz com que a criança tenha um ritmo diferente, o que traz repercussões na aprendizagem.

5.2 Levantamento das dificuldades e problemas de interação social

*      No ambiente escolar é uma criança amável, retribui a afetividade dos professores   e colegas;
*      Envolve-se facilmente nas brincadeiras dos amigos e interage com todos, mas fica frustrada nas dificuldades para executar as mesmas;
*      Por medo de deixar cair algum objeto no chão, muitas vezes fica insegura e 
       inibida em explorar o meio que a rodeia;
*   A sala tornou-se mais solidária com sua chegada e todos querem colaborar, a criança sente-se mais acolhida pelos amigos a sua volta.

5.3 Sondagem das relações sócio afetivas do aluno
*      A família apoia incondicionalmente;
*  A família é superprotetora e algumas vezes ultrapassa no cuidado e impede o desenvolvimento da criança;
*     Leva a passeio em lugares públicos onde pode interagir com diferentes pessoas e  inúmeras atividades;

       6.    Implementação do Projeto

6.1 Definição do (s) animal (is) com perfil adequado às necessidades pedagógicas dos alunos

Everton Luiz Fernandes – (TDAH) – tartaruga.
Márcio da Cruz Souza – Síndrome de Down – calopsita.
Rafaela de Moraes – (PCS) – cão.

6.2 Definição das estratégias de tratamento e convívio dos animais em sala de aula, espaço escolar ou familiar
Everton Luiz Fernandes – (TDAH) – tartaruga – jogos de tabuleiro.
Márcio da Cruz Souza – Síndrome de Down – calopsita – alimentar; acariciar; ouvir o canto e passear com o animal.
Rafaela de Moraes – (PCS) – cão – alimentar; segurar e acariciar; ouvir latido; dar comandos ao animal.
                            
6.3 Definição da proposta pedagógica relacionada ao conteúdo. 
Everton Luiz Fernandes – (TDAH) – tartaruga
 Com os jogos de tabuleiro a criança desenvolve a paciência e o controle da ansiedade através dos movimentos leves e vagaroso executados pela tartaruga.

Márcio da Cruz Souza – Síndrome de Down – calopsita
Ao alimentar e acariciar o animal é desenvolvido a coordenação motora; o canto do pássaro ajuda acalmar o aluno, que procura imitar o canto; ao passear com o animal nos ombros ou no dorso das mãos, a criança desenvolve o cuidado e com uma baixa significante na agressividade.

Rafaela de Moraes – (PCS) – cão
Alimentar, segurar e acariciar o animal desenvolve a coordenação motora, podendo sentir o peso, a maciez do pelo ao toque; ouvir o latido desenvolve a coordenação auditiva e o controle da ansiedade/frustração; dar comandos desenvolve a coordenação mental, motora e da fala.

6.4 Definição das estratégias de acompanhamento e avaliação

Para atingir o objetivo proposto, registrou-se os encontros por meio de filmagens, pois havia a necessidade de observar mais de perto o alcance da terapia e dessa maneira não foi privilegiada essa ou aquela situação, favorecendo, assim um olhar para as experiências das crianças nas relações entre si e com o animal. Na análise, observou-se primeiramente os comportamentos com base no objetivo da pesquisa. As categorias observadas foram: o contato visual, onde a criança via o animal sem contato físico; a aproximação, que se dá mudando a posição do corpo em direção ao animal e levando a mão próxima do animal, mas sem tocá-lo; a interação com o animal, que em primeiro tornou-se agressivo, houve uma disputa da atenção do animal querendo que o mesmo ficasse pra si (brigando e empurrando o colega) – após notou-se o comportamento de auxílio onde a atenção do animal foi dividido com o colega chamando para brincadeiras em conjunto, dividindo o tempo, brincadeiras e comandos; a interação completa com o animal e o comportamento das crianças com relação a ele. Esta categoria se relaciona aos sorrisos, carícias, beijar, abraçar, conversar com o animal, fazer leitura e cantar; o interesse pelo anima, onde a criança tem uma proximidade e passa a questionar sobre as características físicas, origem, sexualidade e cuidados com o animal. A TAA foi eficaz para diferentes deficiências e problemas de desenvolvimento, como paralisia cerebral; desordens neurológicas, ortopédicas e posturais; comprometimentos mentais como a Síndrome de Down, ou sociais, como os distúrbios de comportamento e autismo. Os assistidos passaram a se socializar com mais facilidade, lidando e afastando a solidão, a ansiedade, o estresse, a depressão, além de promover um aumento da autoestima e a autoconfiança favorecendo as atividades recreativas. Incentiva a memória e facilitou o ensino-aprendizagem.

6.5 Definição dos objetivos gerais e específicos do projeto

A TAA é uma intervenção dirigida por objetivos, na qual um animal que obedece a critérios específicos é parte integrante do processo de tratamento. É efetuada ou dirigida por um profissional com conhecimento especializado. Foi projetada para promover o bem-estar físico, social, emocional e/ou o funcionamento cognitivo de indivíduos ou grupos, sendo uma intervenção devidamente planejada e avaliada. Os animais são incorporados num conjunto de programas que promovem a melhoria de estados físicos e psíquicos em diferentes áreas: emocional, social, cognitiva, comportamental e psicomotricidade. Especificamente contribuem para atingir objetivos que visem desenvolver a capacidade de regular o emocional, aumentar o grau de comunicação com grupo e a interação social, estimulando a participação e a integração da pessoa, melhorando as habilidades motoras finas e o equilíbrio, estimulando as funções cognitivas (memória, atenção concentração, linguagem, pensamento), aumentando a autoestima, reduzindo a ansiedade, minimizando a solidão, melhorando a interiorização de conceitos (número, tamanho e cor), contribuindo no trabalho da memória a longo e curto prazo.  

      7.    Considerações Finais

Por meio de estudos e acompanhamento dos alunos, foi possível enxergar muitos benefícios na Terapia Assistida por Animais. Alguns deles foram os exercícios fonoaudiólogos, onde as crianças chamam o animal pelo nome, ajudando na dicção e estimulando os que possuem problemas de fala; os tratamentos fisioterapêuticos, os alunos acariciam, jogam a bola e penteiam os cães, o que ajuda nos movimentos de coordenação motora ao mesmo tempo em que reduzem os riscos de problemas cardíacos, pois a pressão arterial diminui junto com o estresse; os tratamentos psicológicos, as atividades com os animais diminuem a ansiedade; os tratamentos respiratórios, o contato com os animais estimula a defesa das células e deixa o organismo mais tolerante a bactérias, diminuindo casos de alergias e diversos problemas respiratórios. São diversas as formas pelas quais a companhia de um animal pode auxiliar no tratamento de uma criança/jovem, diante de um problema físico ou psicológico. As crianças conversavam com os animais, com um sentimento de segurança podendo abordar os seus segredos e problemas pessoais, sem o medo de que essas confissões fossem transmitidas a outra pessoa. Certamente, o relacionamento entre a criança/jovem e o animal também pode gerar algumas dificuldades, riscos de algum ferimento ou transmissão de doenças, mas geralmente, os benefícios ainda superam essas desvantagens.

8.    Referências Bibliográficas


 ANDA. Zooterapia ou TAA (Terapia assistida por animais). Disponível em: <http://www.anda.jor.br/21/05/2009/zooterapia-ou-taa-terapia-assistida-por-animais>. Acesso em 12 de setembro de 2015.

ATEAC.  TAA: pets ajudam no desenvolvimento de pessoas autistas.  Disponível em: < http://ateac.org.br/taa-pets-ajudam-no-desenvolvimento-de-pessoas-autistas/>.  Acesso em 05 de setembro de 2015.

BODY, Bruno M. A biologia do Bullying. Disponível em: <http://etologia-no-dia-a-dia.blogspot.com.br/>. Acesso em 10 de setembro de 2015.

CACHORROGATO. Cachorro no Hospital – Terapia assistida por animais. Disponível em: <http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/cachorro-hospital>. Acesso em 05 de setembro de 2015.

COLOSIO, Sônia A. R. Avaliação de alterações de comportamento em crianças de uma creche após uso da terapia assistida por animais.  Disponível em: <http://unifafibe.com.br/revistasonline/arquivos/revistapsicologia/sumario/14/06122010140325.pdf>. Acesso em 20 de setembro de 2015.

FAFESP.  Análise da interação social entre a criança com paralisia cerebral e seus familiares no contexto do brincar: possibilidades de intervenção da Terapia Ocupacional. Disponível em: <http://www.bv.fapesp.br/pt/bolsas/75857/analise-da-interacao-social-entre-a-crianca-com-paralisia-cerebral-e-seus-familiares-no-contexto-do/>. Acesso em 05 de setembro de 2015.

IRAMAIA, DARCIONE.  Modelos de Relatórios sobre o Perfil da Turma. Disponível em: <http://darcioneiramaia.blogspot.com.br/2014/03/modelos-de-relatorios-sobre-o-perfil-da.html>. Acesso em 10 de setembro de 2015.

ISPA. Terapia Assistida por Animais. Disponível em: <http://www.ispa.pt/cursos/terapia-assistida-por-animais>. Acesso em 05 de setembro de 2015.

MINHA VIDA. Animais também podem ser terapeutas e ajudar no tratamento de doenças. Disponível em: <http://www.minhavida.com.br/bem-estar/galerias/16239-animais-tambem-podem-ser-terapeutas-e-ajudar-no-tratamento-de-doencashttp://www.ispa.pt/cursos/terapia-assistida-por-animais>. Acesso em 12 de setembro de 2015.

MOVIMENTO DOWN. Educação Infantil. Disponível em: <http://www.movimentodown.org.br/2013/02/educacao-infantil/>. Acesso em 10 de setembro de 2015.

SOCIEDADE PORTUGUESA DE NEUROPEDIATRIA. Paralisia Cerebral.  Disponível em: <http://neuropediatria.pt/para-os-pais/paralisia-cerebral>. Acesso em 05 de setembro de 2015.

TERAPIA COM ANIMAIS. Os animais como aliados nas Terapias. Disponível em: <http://www.terapiacomanimais.com.br/noticias.php?id=TVRBPQ==>. Acesso em 05 de setembro de 2015.

WEBARTIGOS. Ética e Sua Importância em Sala de Aula. Disponível em: <http://www.webartigos.com/artigos/etica-e-sua-importancia-em-sala-de-aula/19654/>. Acesso em 10 de setembro de 2015.

Nenhum comentário:

Postar um comentário