3º Semestre - "Plano de Ação Pedagógico Interventivo"


UNIDADE PÓLO SOROCABA – SP







DESAFIO PROFISSIONAL

História da Educação e da Pedagogia
Didática da Alfabetização e do Letramento
Aprendizagem e Desenvolvimento Social da Criança
Introdução à Educação Virtual
Direitos Humanos




ELIZETE GARCIA CÂNDIDO PEREIRA






Plano de Ação Pedagógico Interventivo


Tutora:  Gisleide Mazur






Sorocaba, 01 de junho de 2016.


1.           Introdução


A “avaliação não é um valor em si e não deve ficar restrita a um simples rito da burocracia educacional; necessita integrar-se ao processo de transformação do ensino/aprendizagem e contribuir, desse modo, ativamente, para o processo de transformação dos educandos”
                         (VIANNA, 2005, p. 16).

Com a necessidade de se ver a obtenção de resultados no ensino-aprendizagem, o governo criou o Sistema Nacional de Avaliação, que busca juntar dados sobre a qualidade da educação no País. No Brasil, com a implantação do Saeb, foi produzido um conjunto de informações que possibilitou o desenvolvimento de pesquisas sobre o sistema escolar do país. Esses estudos evidenciaram quais eram os principais fatores, internamente e externamente nas escolas, relacionados ao desempenho escolar. Nesses estudos, o nível socioeconômico dos alunos, ao lado de outros fatores, tais como o atraso escolar e a cor/etnia, se mostrou significativamente associado ao desempenho obtido pelos estudantes em testes cognitivos.
A Prova Brasil tem como objetivo avaliar a qualidade do ensino ministrado nas escolas das redes públicas, produzindo informações sobre os níveis de aprendizagem em Língua Portuguesa (Leitura) e em Matemática e fornecendo resultados para cada unidade escolar participante. Os dados apresentados visam servir de subsídio para o diagnóstico, a reflexão e o planejamento do trabalho pedagógico da escola, bem como para a formulação de ações e políticas públicas com vistas à melhoria da qualidade da educação básica.
Para análise desse Desafio Profissional, escolhemos a Escola Municipal “Doutor Achilles de Almeida”, em comparação com a Escola Municipal Avelino de Camargo e a Escola Estadual Enéas Proença de Arruda, cada qual em bairros de Sorocaba, de diferentes públicos atendidos.

2.           Desenvolvimento

2.1 Passo 1 –

Avaliações Externas nas séries Iniciais do Ensino Fundamental

O Sistema Nacional de Avaliação da Educação (Saeb) é a primeira iniciativa brasileira, em âmbito nacional, no sentido de conhecer mais profundamente o nosso sistema educacional. Além de coletar dados sobre a qualidade da educação no País, procura conhecer as condições internas e externas que interferem no processo de ensino e aprendizagem, por meio da aplicação de questionários de contexto respondidos por alunos, professores e diretores, e por meio da coleta de informações sobre as condições físicas da escola e dos recursos de que ela dispõe. As informações obtidas dos levantamentos do Saesb também permitem acompanhar a evolução da qualidade da educação ao longo dos anos, sendo utilizadas na definição de ações voltadas para a solução de problemas, direcionamento de recursos técnicos e financeiros, promovendo o desenvolvimento e à redução da desigualdade do Sistema Educacional Brasileiro.

Prova Brasil – objetivos, métodos e público-alvo

A Prova Brasil trata-se de uma avaliação censitária envolvendo os alunos da 4ª série/5ºano e 8ªsérie/9ºano do Ensino Fundamental das escolas públicas das redes municipais, estaduais e federal, com o objetivo de avaliar a qualidade do ensino ministrado nas escolas públicas. Participam desta avaliação as escolas que possuem, no mínimo, 20 alunos matriculados nas séries/anos avaliados, sendo os resultados disponibilizados por escola e por ente federativo. 
Nos testes aplicados na quarta e oitava séries (quinto e nono anos) do ensino fundamental, os estudantes respondem a itens (questões) de língua portuguesa, com foco em leitura, e matemática, com foco na resolução de problemas. No questionário socioeconômico, os estudantes fornecem informações sobre fatores de contexto que podem estar associados ao desempenho dos professores e diretores das turmas e escolas avaliadas também respondem a questionários que coletam dados demográficos, perfil profissional e de condições de trabalho.
A partir das informações do Saeb e da Prova Brasil, o MEC e as secretarias estaduais e municipais de Educação podem definir ações voltadas ao aprimoramento da qualidade da educação no país e a redução das desigualdades existentes, promovendo, por exemplo, a correção de distorções e debilidades identificadas e direcionando seus recursos técnicos e financeiros para áreas identificadas como prioritárias.

2.2  Passo 2 –

Para este Desafio Profissional, escolheu-se a Escola Municipal “Doutor Achilles de Almeida”. No ano de 2013, foi alcançado o nível socioeconômico de Grupo 6, onde os alunos provêm de vários bairros da cidade de Sorocaba e da cidade vizinha Votorantim, mas na sua maioria são oriundos dos bairros adjacentes aos arredores da escola. A renda salarial varia entre média/baixa até com renda média/alta. Essa situação proporciona um contraste entre os alunos, desigualdade social, cultural e a falta de informação por parte de algumas famílias.
A escola oferece possibilidades de acesso ao conhecimento formal e de contato com a diversidade cultural e social do aluno, mas para alguns pais isso é indiferente, já que acham desnecessários para o dia-a-dia dos seus filhos na situação em que vivem. Isso influencia o nível de rendimento dos alunos. No entanto, o acesso à escola é garantido, como também a obrigatoriedade pela não repetência, pelo bolsa-família e pela progressão continuada, bem como a recuperação paralela e as aulas de reforço. Isso não corresponde ao almejado ensino-aprendizagem. Não observa-se níveis de analfabetismo, mas nota-se atraso no aprendizado por parte de alunos, quando passam do Fundamental I para o Fundamental II. Esta escola possui os Ensinos Fundamental I, II e Médio, assim o trato com os alunos é diferenciado de acordo com o período. Não apresenta evasão em número significativo. Há algumas situações isoladas de violência verbal e física no trato com o outro. Mas nos casos de bullying, a escola desenvolveu um projeto de conscientização comportamental, os alunos envolvidos no ato de preconceito ou desrespeito realizam um trabalho e o apresentam às crianças menores, assim ajudando na recuperação do seu erro e ensinando os menores a não o cometer.
Embora os conflitos escolares geralmente se manifestem no cotidiano escolar, procura-se atuar de maneira proativa em relação a eles através do planejamento de ações de intervenção. A caminhada é longa, mas já percebe-se melhoras no comportamento dos alunos no que se refere ao respeito para com o colega. E a cada nova situação, novos temas são tratados sempre com intuito de diminuir o preconceito e valorizar o próximo e a escola.

2.3  Passo 3 –

Distribuição Percentual dos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental por Nível de Proficiência em Língua Portuguesa

Nível de Proficiência
E. M. Dr. Achilles de Almeida
E. M. Avelino Leite de Camargo
E. E. Enéas Proença de Arruda
1- >125 e <150 o:p="">
9.00%
32.42%
12.42%
2- >150 e <175 o:p="">
14.84%
23.66%
14.89%
3- >175 e <200 o:p="">
9.00%
13.38%
11.12%
4- >200 e <225 o:p="">
20.86%
15.44%
22.82%
5- >225 e <250 o:p="">
19.39%
7.06%
18.40%
6- >250 e <275 o:p="">
14.46%
5.17%
11.44%
7- >275 e <300 o:p="">
7.53%
1.73%
2.43%
8- >300 e <325 o:p="">
4.41%
1.15%
4.02%
9- >325 e <350 o:p="">
1.52%
0.00%
2.46%

Distribuição Percentual dos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental por Nível de Proficiência em Matemática

Nível de Proficiência
E. M. Dr. Achilles de Almeida
E. M. Avelino Leite de Camargo
E. E. Enéas Proença de Arruda
Abaixo do Nível 1
0.00%
7.14%
0.00%
1- >125 e <150 o:p="">
1.52%
18.31%
2.46%
2- >150 e <175 o:p="">
4.46%
21.76%
3.95%
3- >175 e <200 o:p="">
8.91%
17.66%
15.10%
4- >200 e <225 o:p="">
16.40%
15.35%
14.78%
5- >225 e <250 o:p="">
19.43%
8.79%
13.94%
6- >250 e <275 o:p="">
19.30%
4.69%
18.80%
7- >275 e <300 o:p="">
10.43%
5.17%
20.94%
8- >300 e <325 o:p="">
13.59%
1.15%
8.91%
9- >325 e <350 o:p="">
5.97%
0.00%
1.12%
10- > ou = 350
0.00%
0.00%
0.00%

3.           Relatório Final

                         “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco
                           a sociedade muda”. (Paulo Freire)

 A escola é única em oferecer possibilidades de acesso ao conhecimento, sendo assim um espaço de aprendizagem e desenvolvimento cultural e social. O grande desafio do professor é trabalhar com as diferenças em relação a aprendizagem, atendendo cada sujeito em sua particularidade, dialogar com o aluno para tentar suprir suas dificuldades na aprendizagem.
Em relação ao nível socioeconômico não existe problemas extremos na escola escolhida na pesquisa, alguns alunos possuem dificuldades de aprendizagem, mas um dos motivos é o desinteresse e falta de comprometimento familiar pela vida escolar dos filhos, pois a interação escola-família é de extrema importância. Esta avaliação pode definir a qualidade da educação no país e a diminuição das desigualdades, os dados analisados são comparáveis ao longo do tempo, podendo assim, acompanhar a evolução do desempenho no decorrer dos anos.
Os testes aplicados correspondem as questões de Língua Portuguesa, com foco em leitura e Matemática, com foco na resolução de problemas, buscando observar o desempenho específico das escolas públicas do país.
Nos dados analisados na distribuição percentual dos alunos pode ser visto algumas diferenças nos níveis entre a escola escolhida “E.M. Dr. Achilles de Almeida” e as que estão sendo comparadas “E.M. Avelino Leite de Camargo” e “E.E. Eneás Proença de Arruda”.
Em comparação dos Níveis Socioeconômico percebeu-se que mesmo com uma diferença de apenas 1 número, de 6 para 5, este nível tornou-se bem diferente, pois a “E. M. Avelino Leite de Camargo está localizada em um bairro de periferia, próxima a uma comunidade carente, onde a renda familiar é de um salário mínimo ou menos, com muitos problemas com drogas, prostituição e famílias desestruturadas. Entre a escola escolhida e a de comparação em todos os níveis de proficiência há diferenças tanto na disciplina de Língua Portuguesa como na de Matemática.
De acordo com os dados da Distribuição Percentual dos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental por Nível de Proficiência em Português, observamos que os alunos atingiram melhores resultados no Nível 4 (20.86%), onde compete o aluno identificar informações explícitas em sinopses e receitas culinárias; identificar assunto principal e personagem em contos e letras de música; identificar formas de representação de medida de tempo em reportagens; identificar assuntos comuns a duas reportagens. Identificar o efeito de humor em piadas; reconhecer sentido de expressão, elementos da narrativa e opinião em reportagens, contos e poemas; reconhecer relação de causa e consequência e relação entre pronomes e seus referentes em fábulas, poemas, contos e tirinhas; inferir sentido decorrente da utilização de sinais de pontuação e sentido de expressões em poemas, fábulas e contos; inferir efeito de humor em tirinhas e histórias em quadrinhos, ou seja, acontecimentos cotidianos da vida social da criança. Já no Nível 9 observamos menor resultado obtido (1.52%), onde compete ao aluno identificar opinião em fábulas e reconhecer sentido de advérbios em cartas ao leitor.
Em comparação entre as duas escolas municipais sobre o Nível de Proficiência em Português, observou-se no nível 5 que é o de reconhecer a relação de causa e consequência e relação entre pronome e seu referente em tirinhas, contos e reportagens. Inferir elementos da narrativa em fábulas, contos e cartas; no nível 6 de reconhecer a finalidade de verbetes, fábulas, charges e reportagens e a relação entre pronomes e seus referentes em poemas, fábulas e contos; e no nível 7 que é inferir informação e efeito de sentido decorrente do uso de sinais gráficos em reportagens e em letras de música. Interpretar efeito de humor em piadas e contos, interpretar linguagem verbal e não verbal em histórias de quadrinhos, um percentual de extremo diferencial de desigualdade.
Na Distribuição Percentual dos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental por Nível de Proficiência em Matemática, observamos que os alunos atingiram melhores resultados no Nível 5 (19.43%), onde compete o aluno ter Noções de Espaço e Forma, tais como: localizar um ponto entre outros dois fixados, apresentados em uma figura composta por vários outros pontos; reconhecer a planificação de um cubo entre um conjunto de planificações apresentadas; Noções de Grandezas e Medidas, tais como: determinar a área de um terreno retangular representado em uma malha quadriculada; determinar horário final de um evento a partir do horário de início, dado em horas e minutos, e de intervalo dado em quantidade de minutos superior a uma hora; converter mais de uma hora inteira em minutos; converter uma quantia fada em moedas de 5, 25 e 50 centavos e 1 real em cédulas de real; estimar a altura de um determinado objeto com referência aos dados fornecidos por uma régua graduada em centímetros; Noções de Números e Operações, tais como: álgebra e funções – determinar o resultado de subtração, com recursos à ordem superior, entre números naturais de até cinco ordens, utilizando as ideias de retirar e comparar; determinar o resultado da multiplicação de um número inteiro por um número representado na forma decimal, em contexto envolvendo o sistema monetário; determinar o resultado da divisão de números naturais, com o resto, por um número de uma ordem, usando noção de agrupamento; resolver problemas envolvendo a análise do algoritmo da adição e subtração de cédulas e moedas; resolver problemas que envolvam a metade e o triplo de números naturais; localizar um número em uma reta numérica graduada onde estão expressos o primeiro e o último número representando um intervalo de tempo de dez anos, com dez subdivisões entre eles; localizar um número racional dado em sua forma decimal em uma reta numérica graduada onde estão expressos diversos números naturais consecutivos, com dez subdivisões entre eles; reconhecer o valor posicional do algarismo localizado na 4ª ordem de um numero natural; reconhecer uma fração como representação da relação parte-todo, com apoio de um polígono dividido em oito partes ou mais; associar um número natural às suas ordens e vice-versa. Já no Nível 10 não obtivemos resultados (0.00%) demonstrando uma grande dificuldade em reconhecer, no âmbito Espaço e Forma, dentre um conjunto de quadriláteros aquele que possui lados perpendiculares e com a mesma medida; e menor índice no Nível 1 (1.52%), também demonstrando grande dificuldade dos alunos determinar a área de figuras desenhadas em malhas quadriculas por meio de contagem; no âmbito Grandezas, converter uma medida de comprimento, expressando decímetros e centímetros para milímetros.
O Nível de Proficiência em Matemática entre as duas escolas em toda distribuição percentual observamos uma diferença grande em vários níveis, mas os destacados foram os níveis 1, 2 e 6 com uma boa diferença de percentual: Nível 1 – Grandezas e medidas; Nível 2 – Espaço e forma, associar figuras geométricas elementares. Números e operações; álgebra e funções: associar a fração ¼ a uma de suas representações gráficas e reconhecer informações em um gráfico de colunas duplas; Nível 6 – Espaços e formas. Converter a duração de um intervalo de tempo, dado em horas e minutos para minutos. Determinar o resultado da diferença entre dois números racionais representados de forma decimal. Determinar porcentagens simples (25%, 50%). Resolver problemas que envolvam soma e subtração de valores monetários.
Na visão geral, a Escola Municipal Doutor Achilles de Almeida, em Língua Portuguesa, se destacou no Nível 4 dentre as escolas do Município de Sorocaba (18,06%) e do Estado de São Paulo (17.51%), porém, ao comparar com as escolas de todo o Brasil, apresenta maior percentual no Nível 1 (21.44%). E em Matemática, a escola se destacou no Nível 5 dentre as escolas do Município de Sorocaba (16.15%) e do Estado de São Paulo (16.85%) e ao comparar com as escolas de todo o Brasil, apresenta maior percentual no Nível 4 (16.97%).
Visto que há uma escola Estadual na pesquisa e a comparação com a escola escolhida em relação ao nível de proficiência, sua diferença na distribuição percentual é pouca, pois trata-se de uma escola em um bairro mais favorecido e seu Nível Socioeconômico é Grupo 6, optou-se por mantê-la no trabalho pelo comparativo das escolas estaduais, que muitas vezes são menosprezadas pelos munícipes, encontram-se, em relação a Prova Brasil com níveis altos de percentual e com famílias de nível socioeconômico de médio padrão, não divergindo de escolas municipais da cidade
A escola estudada apresentou melhores resultados em assuntos relacionados ao dia a dia da criança, onde se aprende no cotidiano, de maneira informal. Apresentando dificuldades nos assuntos abstratos, onde exigem maiores informações para serem aprendidas.
Todas as informações estão disponíveis com mais detalhes para toda população. A Prova Brasil é de grande importância, pois através desses dados os órgãos competentes podem e devem melhorar as escolas onde o nível está muito baixo.

4. Referências Bibliográficas

BRASIL. Ministério da Educação. Prova Brasil: apresentação. [online] Brasília: MEC, 2016. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/prova-brasil. Acesso em 10 de abril de 2016.
CAED. Avaliação Externa. Disponível em: http://www.portalavaliacao.caedufjf.net/pagina-exemplo/tipos-de-avaliacao/avaliacao-externa/. Acessado em de 04 de abril de 2016.
INEP. Histórico do Saeb. Disponível em: http://portal.inep.gov.br/web/saeb/historico. Acessado em de 04 de abril de 2016. 
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LÓRIO, ELIZABETE. Navegando na Educação. Disponível em: http://naveduc.blogspot.com.br/2011/03/perfil-socio-economico-e-cultural-dos.html. Acesso em de 04 de abril de 2016.

UNESCO. Educação um tesouro a descobrir: Relatório para a UNESCO da Comissão
Internacional sobre Educação para o século XXI. Brasília: 2010. Disponível em:

IBGE. Prova Brasil. Disponível em: http://ces.ibge.gov.br/base-de-dados/metadados/inep/prova-brasil.html. Acesso em 10 de abril de 2016.

LACERDA, Caroline Côrtes & MACHADO, Katiusci Lehnhard. O papel da Escola e Educadores diante dos problemas de aprendizagem. Revista Virtual P@RTES, Setembro 2012. Disponível em: http://www.partes.com.br/educacao/papeldaescolaeeducadores .asp. Acesso em 10 de abril de 2016.

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